Ourinhos Saneamento garante mais de R$ 15 milhões à Prefeitura com repasse da Taxa de Lixo

Ourinhos Saneamento garante mais de R$ 15 milhões à Prefeitura com repasse da Taxa de Lixo

Gestão eficiente: Ourinhos Saneamento repassou à prefeitura municipal quase R$ 16 milhões oriundos da taxa de lixo, que é cobrada junto à fatura de água e esgoto
 

 

Em 2025, a Ourinhos Saneamento repassou à prefeitura municipal R$ 15.8 milhões oriundos da taxa de lixo, que é cobrada junto à fatura de água e esgoto, graças ao convênio firmado com a Ourinhos Saneamento. A iniciativa garante baixa inadimplência ao executivo municipal, já que a cobrança do lixo, acompanha os processos de cobrança dos serviços de água e esgoto.

“Nós repassamos integralmente os valores referentes à coleta de lixo sem qualquer capitalização. Mês a mês, todo o montante arrecadado vai para os cofres da Prefeitura sem qualquer custo adicional. Em 2025, esse repasse somou quase R$ 16 milhões”, esclareceu o diretor da concessionária, Eduardo Caldeira.

A Ourinhos Saneamento destaca que sua gestão no repasse da taxa de lixo tem garantido resultados expressivos para o município. Em 2025, a inadimplência registrada foi de apenas 1,42%. O índice reduzido comprova a eficácia do modelo adotado e reforça o bom trabalho desenvolvido pela área comercial da concessionária em seu primeiro ano à frente do saneamento da cidade.

A prefeitura de Ourinhos, de acordo com o decreto nº 8.128, de 19 de dezembro de 2025, desembolsou R$ 19,3 milhões entre outubro de 2024 e outubro de 2025 para fazer frente às despesas da coleta de lixo. Esse mesmo decreto informa que, para 2026, a taxa do lixo sofreu um reajuste de 5,1% e que esse serviço receberá um investimento para 2026 na ordem de R$ 23 milhões. O reajuste foi justificado pelo executivo como necessário para cobrir os custos do serviço, que incluem coleta, tratamento e destinação final dos resíduos.

Graças ao convênio firmado com a Ourinhos Saneamento, a prefeitura não arca com custos administrativos, operacionais ou tarifas bancárias de arrecadação, ou seja, o repasse que recebe mensalmente da concessionária, é líquido, sem ônus algum e ainda com baixa inadimplência.

 

Os principais custos administrativos e operacionais assumidos pela Concessionaria são:

  • Tarifa de emissão (TEC – Tarifa de Emissão de Carnê/Boleto): valor cobrado pelo banco para gerar o boleto e disponibilizá-lo ao cliente.
  • Tarifa de liquidação/compensação: custo quando o boleto é pago, referente ao processamento e repasse do valor à conta da empresa.
  • Tarifa de baixa ou cancelamento: cobrada quando o boleto é cancelado ou baixado antes do vencimento.
  • Segunda via ou reemissão: algumas instituições cobram taxa adicional para gerar uma nova versão do boleto.
  • Custos internos de gestão: tempo e recursos da equipe comercial e financeira para controlar boletos emitidos, conciliá-los com pagamentos e lidar com inadimplência.
  • Infraestrutura tecnológica: manutenção de sistemas de cobrança, integração com bancos e softwares de gestão.

OBS: O valor dessas tarifas varia bastante entre bancos e fintechs. Em instituições tradicionais, pode girar entre R$ 2,50 e R$ 6,00 por boleto.

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